segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O que foi o mensalão. Em ilustração, Folha de SP

Esta "breve" estória ilustrativa, abordando de maneira inteligível a gênese do escândalo político mensalão, mostra de uma forma informativa o que foi e como supostamente tudo começou.





O incrível mensalão
A HISTÓRIA DO SUPER-ESCÂNDALO QUE ABALOU O MUNDO POLÍTICO E FEZ TREMER O GOVERNO LULA
ARTE: Angeli
ROTEIRO: Mario Cesar Carvalho
EDIÇÃO: Diogo Bercito






sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Censura zero

Protagonizantes de um palco de sarcasmo. Assim guiamos nosso veículo pelas vias da condução desorientada.



Censura zero, da cabeça aos pés.

252,

A proposta deste artigo não é realizar nenhuma alusão ou publicidade para com as 252 'CABEÇAS' que se elegem este ano para conduzir a cidade e colocar para funcionar a partir de ações executivas/legislativas dentro de um município, as necessidades para a população.

Primeiro vamos saber o que é município?

O município (do latim municipium, antiga designação romana) é uma unidade de divisão territorial e de divisão administrativa de certos países. O município é uma circunscrição territorial administrada por um prefeito, que engloba áreas rurais e urbanas. No total, o Brasil tem 5.564 municípios.

Agora, que tal saber quais as obrigações de um ser com poder chamado Prefeito e de administradores, que executam ou exercitam leis dentro do município, os vereadores?
Os vereadores agrupam-se, normalmente, numa câmara municipal ou câmara de vereadores. Apesar de sua função ser executiva ou legislativa, agem somente dentro do município.

Pelo menos em tese, não é? hehe
Com a promulgação da Constituição de 1988 trouxe uma maior descentralização administrativa, concedendo grande autonomia para os municípios e, também, aos vereadores. A Carta Magna, nos seus artigos 29 a 31 prescrevem, para os vereadores, entre outros:
-Mandato de quatro (4) anos, por voto direto e simultâneo em todo o país (atendida a idade mínima de 18 anos);
-Elaboração da Lei Orgânica do Município;
-Número de integrantes nas câmaras proporcional à população do município (variando de 9 a 55);
-Fiscalização e julgamento das contas do Executivo;
-Inviolabilidade por suas opiniões, palavras e votos - no exercício do mandato e na circunscrição do município;
-Legislar sobre assuntos de interesse local.

A intenção é verificar então a quantidade quase que epopeica, sobretudo do ponto de vista de variação de personagens e possibilidades de "ESCOLHA".
Temos aqui, caro colega leitor do oasisgoiano, a lista miraculosa; toda a relação de cândidos candidatos para a trama prometida do oasis.
Veja neste LINK, a relação de promissores dentro desta época de promessas atmosféricas.

Texto: Adaptação, Dante Ricardo


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Monopolizando...


Transporte e Monopólio no Oasisgoiano
                                                                        Foto: oasisgoiano

Monopólio
Subst.masc. Privilégio legal ou de fato, que possui um indivíduo, uma companhia ou um governo de fabricar ou de vender certas coisas, de explorar certos serviços, de ocupar certos cargos: no Brasil, o Estado possui o monopólio da exploração petrolífera. Comércio abusivo que consiste em um indivíduo ou um grupo tornar-se único possuidor de determinado gênero de mercadorias para, na falta de competidores, poder vendê-lo por preço exorbitante. Posse exclusiva, propriedade de um só. Fig. Pretensão de exclusividade: tem o monopólio da virtude.

Sinônimo de monopóliocartelposse e privilégio
"Odeio o privilégio e o monopólio. Para mim, tudo o que não pode ser dividido com as multidões é tabu."
-- Mahatma Gandhi

 A insatisfação popular quanto ao transporte coletivo é clara e notória, porém, não há como promover uma mudança até que vença o período dado a Taguatur para explorar este serviço sem concorrência. Há décadas, o clamor dos moradores de Santo Antônio é um só - Queremos mais ônibus. Com base dessa informação, os políticos ao longo dos anos pregam essa falsa promessa: Vou trazer uma nova empresa de ônibus. De lá para cá, criou-se o mito de que o governante receberia cifras milionárias para não abrir licitação e a consequente concorrência de empresas no transporte coletivo. Até hoje, parte da população acredita que esta mudança depende da vontade dos políticos, e isso, não é verdade. Essa ligação popular entre Prefeitura e Taguatur ficou tão forte, que nestas eleições ainda há candidatos a prefeito e vereador que por desinformação ou procurando enganar o povo, fazem a tal promessa: se eleito for trarei uma nova empresa de ônibus para cá, pois a concorrência diminuirá o valor da passagem. A concessão da Taguatur para explorar o transporte coletivo no trajeto Santo Antônio/Brasilia/Taguatinga tem sua validade até 2013, não havendo legalmente a possibilidade de que outra empresa venha para o município fazer concorrência com a empresa atual.

Com este texto, redigido pela equipe do CatálogoSAD, um canal de interação e verbalização entre a cidade, mídia e fatos, além da definição exprimida pelo dicionário, abrimos então mais uma análise dentro das tantas temáticas abusivas como o transporte entre estados.

O fato de haver um serviço monopolizado, não assegura nenhuma possibilidade de qualidade. De certo, apenas promove o superfaturamento, que, na maioria das vezes chega a ser um desrespeito desregrado. Além de "sardinhado", este tipo de transporte reflete a dureza da alta tarifa, que, diga-se de passagem, é uma das mais elevadas já vistas. E daí, se goiano eu, moro à sombra de brasília? Nada justifica o monopólio sem a necessidade, sem a interposição de serviço justo e coerente.
Por não haver concorrência direta, o cotidiano do trabalhador se torna bastante saturado e duro. Pois não há como criar anteparos com somente uma empresa privada, e nem soluções diferentes, porque o "pano" fica mantendo a situação numa constante acomodada.
Surgem então os boatos. Dizeres e parlendas verbalizam sobre a relação do poder público local-estadual. Sua espécie de transe, marcando passo e permitindo a exploração. A submissão dos cidadãos que vão se rebelando, e inferem da violência, tomam uso de tal para tentar, olhe bem, tentar criar algum murmúrio.
Atocham, queimam e jogam brasas, mas nada disto traz solução inteligente. Lutar com a cabeça e princípios sociais é o que vinga. Já dizia grandes revolucionários como Che, que disse:
"Não é possível destruir uma opinião com a força, porque isso bloqueia todo o desenvolvimento livre da inteligência."

O ônibus é o passatempo do trabalhador, ele deve servir de intermédio entre a hora em que estamos inúteis e a hora em que vamos realizar algo. Dá até pra arrumar namorado(a), brincar de games, ler obras integrais de autores mestres; comemorar aniversários, criar um invento/ideia. São tantas as possibilidades na hora do "baú". Já que o trânsito só apavora as cidades, apavoremos a falta de criatividade.
Mas sem suporte, sem retorno do próprio valor que investimos em tais, como podemos ao menos pedir uma informação sem ser repreendido? O povo do oasis não é assim, os fazem assim.

Eu, caro leitor do oasisgoiano, assim como você, sou, somos figurantes, até aí, figurantes.



Quem, qual, quais? Quem vai propor mais alguma coisa? Alguma falsa mudança...?
Caros, façam sua escolha.















E o lado bom?

Pensem bem... Ao menos temos um coletivo que, na maioria das vezes, em relação aos demais do entorno do oasis, oferece assentos confortáveis. O único, com cams, que capturam o sorriso dos tripulantes. Ah, e quase me esqueci, um povo alegre, que faz de quase tudo piada e presépio natural, aquela cabeçada que sabe satirizar o cotidiano com pitadas  folclóricas e mais do que nunca, risíveis.


Fonte, CatálogoSAD/oasisgoiano
Textos: Dante Ricardo

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

"Catemos" no oasis





Catemos...

Por fora da mídia, que "regula" os pontos do acontecimento, o LIXÃO na cidade de Santo Antônio vem sendo um percalço ao meio ambiente e habitantes locais. Amplamente criticado, o mesmo, segundo fontes, já obteve mais de um projeto de relocação, sendo que até o período ficou somente nas viagens do papel demarcado pelo suporte oferecido pelo poder público.

Como alguns sabem, sou aspirante a arquiteto e urbanista. Teoricamente também terei habilitação para tratar e projetar cidades. Apesar de uma área nobre e fantástica, o urbanismo hoje sofre com limites empregados pelo poder público das cidades, que, através de enterra os projetos e ideias para a dinâmica urbana. Isto é uma realidade infeliz, este mecanismos catalisam e irrompem seguindo uma espécie de "sinfonia desregrada de maestro" ou com maestro alterando tempos, sem ter apoio rítmico capaz de tocar com total sucesso.

Metáforas a parte, a cidade, como de sempre, prometida, permeia sementes em lixão e esperas, em promessas e desejos, estes subjetivos e coletivos, inquietos e procrastinados.

Não estou sozinho no Oasis caro leitor assíduo por alterações, desvingado, desassistido. Tripulantes desta temática infortuna, catemos o que é possível para sondar ideias.
Calar não é o mais plausível, nem o mais revolucionário, até porque para ser revolucionário é preciso cuspir, cuspir ideias, para assim não navegar em milhares de fatos sufocados.

Segundo análises de cunho ambiental, o nível no nocividade que um lixão oferece a uma área mal tratada é absurdo. Nem comentemos pesquisar de Institutos, pois isto já é mais que fixado em nossas percepçoes. Como cidadões, devemos ao menos questionar se tal espaço para armazenar resíduos não pode ser melhor localizado. Ao menos indagar e sugerir, nem que seja por mensagens em garrafas ou pombos perdidos.

O oasis vai letrando, divagando, propagando.
Não somos nenhuns tapados ou cegos; apesar de quietos e submissos.
A terra prometida promete vingar, nem que seja nas entrelinhas de revistas imaginárias da galera que percebe que somos goianos, não praianos.


Vídeo - Reportagem, mídia Sbt - 2012
Texto: Dante Ricardo